Os planos de saúde no Brasil passam a ser obrigados a cobrir o Implanon — um dos métodos contraceptivos mais eficazes atualmente. A nova regra vale para mulheres de 18 a 49 anos e amplia o acesso a métodos de longa duração na rede privada.
O Implanon é um pequeno bastão flexível inserido sob a pele do braço, em um procedimento simples com anestesia local. Ele libera continuamente o hormônio etonogestrel, um derivado da progesterona, que inibe a ovulação e previne a gravidez. Com duração de até três anos, o método tem uma taxa de falha de apenas 0,05% ao ano.
O Ministério da Saúde também anunciou, em julho, que o Implanon será incluído na lista de contraceptivos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão é que 500 mil unidades sejam distribuídas até o fim de 2025, com um total de 1,8 milhão até 2026. O investimento estimado é de R$ 245 milhões. Atualmente, o dispositivo custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil na rede particular.



























